Plantas e ervas aromáticas são milenarmente utilizadas devido às suas propriedades conservantes, antioxidantes anti-inflamatórias e antimicrobianas. As fitomoléculas presentes nos óleos essenciais e em extratos herbais atuam de diversas formas no organismo animal, inibindo o crescimento de bactérias patogênicas gram positivas e negativas, estimulando a produção de enzimas e bloqueando radicais livres. O uso de produtos compostos por essas substâncias aromáticas de forma padronizada e combinada promove efeito sinérgico dos princípios ativos reduzindo as infecções intestinais, melhorando a absorção de nutrientes e consequentemente aumentando a conversão alimentar.
Além das propriedades nutracêuticas dos óleos e extratos o uso dessas matérias-primas é uma alternativa aos antibióticos convencionais principalmente por não criarem resistência microbiana, não deixarem resíduos nos tecidos animais e serem reconhecidos como seguros por órgãos como o FDA (Code of Federal Regulations, title 21, part 582) e o Conselho da União Européia (Diretiva 70/524/EEC Cap. III).